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Catarata em mulheres

Catarata atinge mais mulheres que homens. A boa notícia é que são também as mulheres que buscam mais precocemente tratamento para o problema.

Em vários aspectos a natureza mostra-se mais rigorosa com as mulheres. No caso dos problemas de visão a teoria parece se confirmar. Segundo o especialista em Catarata e Implantes Intraoculares, Dr. Durval Moraes de Carvalho, a catarata apresenta incidência 20% maior no universo feminino.

A boa notícia é que são também as mulheres que buscam mais precocemente tratamento para o problema. No consultório do oftalmologista Daniel Moon Lee, de cada 10 pacientes, 7 são mulheres. “Elas são mais atentas à saúde, costumam procurar assistência médica quando surgem os primeiros sintomas, são bem informadas e buscam, usualmente, técnicas avançadas”, descreve o médico.

Desde que foram lançadas, as lentes multifocais fazem mais sucesso junto ao público feminino. As pacientes estão na faixa de 40 a 60 anos, portanto, já apresentam também miopia, hipermetropia ou a chamada vista cansada. Com a cirurgia de implantação de lentes multifocais, é possível conciliar o tratamento da catarata e das demais alterações. “Mais de 80% das pessoas submetidas à técnica deixam de usar óculos ou lentes de contato, o que provoca uma verdadeira mudança no estilo de vida”, destaca Dr. Daniel.

Sobre a Catarata

Mais que uma questão específica de visão, a catarata compromete a qualidade de vida por reduzir a autonomia. Trata-se de uma lesão ocular que se caracteriza pela perda progressiva da transparência do cristalino, que é a lente natural que temos nos olhos e que tem a função de ajudar a córnea a focalizar o que vemos. Sem a segurança oferecida pela visão, é natural que a pessoa limite suas atividades.

Sobre as Lentes Multifocais

A cirurgia para extração do cristalino e implantação de lentes multifocais é rápida. Contudo, é uma cirurgia delicada e, por vezes, complexa, demandando a condução por um profissional habilitado. O processo de recuperação varia de acordo com cada paciente, mas em média é possível retomar as atividades de rotina em 6 dias. Durante o primeiro mês, o paciente deve visitar o médico para avaliação pós-operatória e, após esse período, consultas de rotina são suficientes. Anualmente, são realizados 90 mil procedimentos do gênero no País.

Fonte: Agência Athena - Carla Furtado



           


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